
Comece pelo que trouxe você até aqui
Anote o principal motivo da consulta. Inclua um ou dois exemplos concretos: uma tarefa que passou a ser difícil, uma mudança no sono ou algo que deixou de dar prazer. Se possível, registre quando a mudança começou e com que frequência acontece.
Essas anotações são um ponto de partida para conversar, não uma tentativa de se diagnosticar. Também vale dizer que você ainda não sabe como explicar o que está sentindo.
Tenha as informações básicas por perto
- Medicamentos atuais, incluindo produtos sem receita e suplementos.
- Informações de tratamentos anteriores e documentos que já possua.
- Alergias e experiências com medicamentos que queira discutir.
- Histórico de saúde pessoal e familiar que você conheça.
- Instruções da consulta e a forma de contato fornecida pela prática.
Faça perguntas que ajudem a decidir
Você pode perguntar: O que estamos tentando entender? Quais são as opções? Por que uma delas pode fazer sentido para mim? Como serão os retornos? O que faço se surgir uma preocupação antes da próxima consulta? Peça uma explicação mais simples sempre que precisar.
Também pode perguntar como a privacidade é tratada e conversar sobre a participação de alguém de confiança. Combine isso antes, em vez de presumir que outra pessoa deva entrar na consulta.
Confira os detalhes práticos
Nas consultas on-line com Sheyla, você precisa estar na Flórida. Escolha português ou inglês e um local reservado, com conexão de vídeo funcionando. Consultas particulares usam o sistema da Rio Breeze; consultas com plano usam a Headway.
Confira o serviço escolhido e a confirmação. Entender o custo esperado e a plataforma que será usada permite dedicar mais atenção à conversa durante o atendimento.